𝒕𝒉𝒆 π’•π’‰π’Šπ’π’ˆπ’” π’Š 𝒏𝒆𝒗𝒆𝒓 π’”π’‚π’š

Γ€s vezes eu me pergunto quantas versΓ΅es de nΓ³s mesmos existem por aΓ­.

A que sorri nas fotos. A que responde "estΓ‘ tudo bem". A que ri das piadas, mesmo quando a cabeΓ§a estΓ‘ longe dali.

E existe aquela que quase ninguΓ©m conhece.

A que aparece quando o mundo fica em silΓͺncio, quando a mΓΊsica toca mais alto que os prΓ³prios pensamentos e a madrugada parece entender tudo o que as pessoas nunca entenderam.

Talvez crescer seja isso: perceber que nem toda batalha precisa ser vista para ser real.

Existem sentimentos que nΓ£o cabem em palavras, memΓ³rias que insistem em voltar e sonhos que continuam vivos, mesmo quando parecem impossΓ­veis.

No fim, acho que todos nΓ³s somos um universo que ninguΓ©m consegue conhecer por completo.

E, sinceramente... talvez esse seja o nosso maior mistΓ©rio.Β 

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